ESTEJA A VONTADE E SEJA MUITO BEM VINDA!!!

Páginas

Pesquisar este blog

domingo, 12 de fevereiro de 2012

CIGARRO ELETRÔNICO

Nos Estados Unidos e na Europa, locais em que as leis de restrição ao tabaco são cada vez mais severas, é possível ver pessoas ostentando um tipo diferente de cigarro entre os lábios. Aparentemente similares aos cigarros tradicionais, eles ficam com a ponta vermelha quando o fumante traga, e liberam fumaça. Mas para o espanto – e alegria – das pessoas em volta, a fumaça não tem cheiro algum, e a “brasa” na ponta do cigarro é uma luz artificial. Estes são os cigarros eletrônicos, chamados de “e-cigarettes”. Criados em 2009, eles viraram moda por prometer benefícios à saúde do fumante. Além disso, são tolerados em locais onde os cigarros convencionais são proibidos, como aeroportos e até mesmo hospitais.
À primeira vista, os cigarros eletrônicos apresentam muitas vantagens. Embora o seu formato seja parecido com o bom e velho cigarro tradicional, eles são feitos de plástico e não possuem tabaco em seu interior. Um atomizador espalha a nicotina em minúsculas gotas, que se misturam ao vapor produzido pelo aparelho. O fumante aspira a nicotina e solta apenas vapor inodoro. Assim, a pessoa não fica com o desagradável cheiro de fumaça, e quem está ao lado não fuma de forma passiva. O cigarro contém apenas nicotina, e não leva substâncias tóxicas como alcatrão ou os aditivos presentes no tabaco dos cigarros convencionais.
Por apresentar todas essas vantagens, os e-cigarettes ganham cada vez mais espaço no exterior. Muitos fumantes trocaram os cigarros tradicionais pelos eletronicos, seja pelos benefícios à saúde, seja pelo custo. Enquanto os maços de cigarros tradicionais têm seus preços elevados por impostos, os e-cigarettes são recarregáveis.
Embora tais pessoas garantam que os e-cigarettes são uma ótima alternativa ao cigarro convencional e até mesmo ajudam a parar de fumar, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda do produto no Brasil em 2009, pois não existem estudos que provem que os cigarros não têm efeitos colaterais.
Se depender dos pesquisadores da Universidade da Califórnia, os cigarros eletrônicos nunca serão liberados por aqui. Em um estudo feito no ano passado, cientistas testaram os efeitos dos novos cigarros em uma máquina que simula o pulmão humano. A conclusão foi de que após dez tragadas, a densidade do aerosol inalado diminui e o fumante deve fazer o dobro de força para conseguir a mesma quantidade de nicotina. Isso poderia prejudicar o sistema respiratório.
Com sou fumante há vários anos e realmente sei o quanto esse vício acaba atrapalhando a vida da gente, no mês que vem vou ganhar um cigarro eletrônico branquinho, slim e, realmente, se a única preocupação da Anvisa é que esse meu futuro novo acompanhante possa prejudicar meu sistema respiratório, eu me pergunto cadê essa mesma preocupação com relação ao cigarro convencional? Afinal, meu cigarro tem mais de 4000 substâncias, fede, torna as pessoas a minha volta fumantes passivos e, com a enxurrada de novas leis, também tem me segregado...
Não vou afirmar, ainda, que o cigarro eletrônico é tudo de bom, afinal, ainda não o experimentei, mas é grande minha espectativa de que ele me auxilie a deixar de fumar, para grande alívio de meus familiares e amigos, assim como para grande economia minha...
Para aquelas que, como eu, são fumantes, dêem uma olhada nos preços e modelos à venda no Brasil, clicando aqui.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário é muito bem vindo, nós respeitamos a sua opinião. Pedimos a gentileza de observar as regras da cortesia e do bom senso.

Arquivo do blog